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Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Iniciativa pelos abortados


No próximo dia 11 de fevereiro (dia de Nossa Senhora de Lourdes) faz 4 anos que foi aprovado em referendo a legalização do aborto em Portugal. Lembrei-me de fazermos qualquer coisa em grupo, tipo uma novena ou algo parecido, ou então publicarmos todos, nesse dia, uma pequena oração, comprometendo-nos a rezar o terço ou a ir à missa nesse mesmo dia por todas as crianças que foram impedidas de nascer desde então.
O que acham? Digam qualquer coisa, opiniões ou sugestões, para nos organizarmos nesta iniciativa. Pode participar quem quiser, independentemente de ter participado noutras iniciativas nossas ou não.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Prece ao Senhor


Senhor,
lembra-nos que existes
recorda-nos quem És,
consola os olhos tristes
guia os cansados pés
e traz a esperança
aos corações feridos,
dá alma de criança
aos sonhos já vencidos...

(Felipa Monteverde)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Padre Léo: a felicidade não está nos bens materiais



"Roubei" este vídeo do blog da Teresinha, achei-o demais!
Vale a pena ver.
Ouvi falar neste padre há pouco tempo, por causa do Terço de Betânia, e agora assisto a este ótimo "sermão" dele, é o máximo!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O lavrador da arada


Vindo o lavrador da arada,
Encontrou um pobrezinho ;
E o pobrezinho lhe disse:
-Leva-me no teu carrinho.

Deu-lhe a mão o lavrador,
E no seu carro o metia;
Levou-o para a sua casa
Prà melhor sala que tinha.

Mandou-lhe fazer a ceia
Do melhor manjar que havia;
Sentou-o na sua mesa,
Mas o pobre não comia.

As lágrimas eram tantas
Que pela mesa corriam;
Os suspiros eram tantos
Que até a mesa tremia.

Mandou-lhe fazer a cama
Da melhor roupa que tinha:
Por cima damasco roxo,
Por baixo cambraia fina.

Lá pela noite adiante
O pobrezinho gemia;
Levantou-se o lavrador
A ver o que o pobre tinha.

Deu-lhe o coração um baque,
Como ele não ficaria!
Achou-o crucificado
Numa cruz de prata fina.

-Meu Jesus, se eu tal soubera,
Que em minha casa Vos tinha,
Mandava fazer preparos
Do melhor que encontraria.

-Cala-te aí, lavrador,
Não fales com fantasia.
No céu te tenho guardada
Cadeira de prata fina,
Tua mulher a teu lado,
Que também o merecia.

(Da tradição popular)

(Retirado do Livro de Leitura da 3ª classe, Ministério da Educação Nacional)

domingo, 2 de janeiro de 2011

«Nós vimos a Sua estrela no Oriente»


Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente.
- Onde está - perguntaram eles - o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O.
Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém. Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias.
Eles responderam:
- Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo profeta: "Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo".
Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas
sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. Depois enviou-os a Belém e disse-lhes:
- Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-l’O.
Ouvido o rei, puseram-se a caminho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino.
Ao ver a estrela, sentiram grande alegria. Entraram na casa, viram o Menino com Maria, sua Mãe, e, caindo de joelhos, prostraram-se diante d’Ele e adoraram-n’O.
Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra.
E, avisados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.
Mt 2, 1-12

Mal acabei esta mensagem recebi a seguinte por e-mail, que copio por achar que a completa:

Os Reis Magos

"Eis que uns magos chegaram do Oriente a Jerusalém perguntando: 'Onde está o rei dos Judeus, que acaba de nascer? [...] viemos adorá-Lo' [...]. Eis que a estrela que tinham visto no Oriente, ia-lhes à frente até parar sobre o lugar onde estava o menino [...] e o adoraram. Abriram seus cofres e lhe ofereceram ouro, incenso e mirra" (Mt 2,1-12).

Não eram reis, mas sim, sábios, estudiosos, e também pouco importa. A mensagem é mais forte do que este detalhe. Esta narração tão plástica e viva, enriquecida posteriormente com aspectos lendários, como o nome dos três (Melchior, Gaspar e Baltazar), traz duas grandes mensagens teológicas:

- Cristo não veio apenas para os judeus, mas para redimir toda a humanidade. Ele é o polo para o qual convergem todas as raças.

- A segunda grande mensagem está relacionada com os presentes oferecidos pelos magos: ouro, incenso e mirra. O evangelista Mateus expressa por meio destes símbolos a fé vivenciada pelos primeiros cristãos: Cristo é Rei dos Reis (daí o ouro), é filho de Deus (o incenso) encarnado (a mirra).

Oração:

Senhor, que neste dia revelastes o vosso Filho Unigénito aos gentios guiados por uma estrela, a nós que já Vos conhecemos pela fé, levai-nos a contemplar face a face a vossa glória. Por Nosso Senhor.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Reflectindo com S. João

7º DIA DE NATAL


Meus filhos,
esta é a última hora.
Ouvistes dizer que há-de vir o Anticristo.
Pois bem, surgiram já muitos anticristos
e por isso sabemos que é a última hora.
Eles saíram do meio de nós,
mas não eram dos nossos.
Se fossem dos nossos, teriam ficado connosco.
Assim sucedeu para ficar bem claro
que nem todos eram dos nossos.
Vós, porém, tendes a unção que vem do Santo
e todos possuís a ciência.
Não vos escrevo por ignorardes a verdade,
mas porque a conheceis
e porque nenhuma mentira provém da verdade.
(1 Jo 2, 18-21)

Senhor, sabes como tenho andado ultimamente,
o que tenho sentido
o que tenho vivido
sabes as desilusões que tenho tido;
conheces a hipocrisia que tenho presenciado
e as palavras que tenho calado
para não espalhar conflitos e confusões;
mas conheces-me bem demais,
sabes que não consigo aceitar a maldade
a inveja e o fingimento sem falar
sem expressar na alma o que sinto
e dizê-lo ao menos com o olhar.
Sabes como é difícil calar
Tu nunca te calaste...

Sei o que tenho de fazer
para cumprir a Tua vontade
e a Lei da Tua Igreja:
amar sem medida nem juízos
amar sem me importar com comportamentos
ou opiniões contrárias
ao que vieste ensinar há dois mil anos
amar a todos e a qulquer um.
Mas amar não é difícil, difícil é calar...

Ajuda-me, Senhor,
a ser o que queres que eu seja.
Que neste novo ano
eu me converta ao Teu amor supremo,
que siga o exemplo da Tua docilidade,
que seja forte na fé,
que saiba dar o exemplo de vida cristã,
que saiba cumprir os Teus mandamentos,
mas, principalmente,
que tenha sempre presente as palavras
da oração que nos ensinaste:
"Assim como nós perdoamos..."

(Felipa Monteverde)

(Como sabem, no dia 1 e 2 de Janeiro qualquer um faz a reflexão que quiser e se quiser. No dia 3 seguiremos com a Sandra.)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Era noite de Natal - 2


Fugiram para o Egipto
Para o Menino salvar
Das garras desse mau rei
Que O queria matar.


Quando Herodes descobriu
Sentiu grande fúria em si
E mandou matar meninos
Os que havia por ali;
De dois anos para baixo
A todos mandou matar
Em todo o lado se ouvia
Tanto gemer e chorar.


Choravam todas as mães
Ao verem os seus filhinhos
Serem mortos à espada
Por soldados tão daninhos.
Sem pena nem piedade
Mataram esses meninos
Todos os que ali havia
Aqueles mais pequeninos.


São José, com o Menino
E Maria, Sua Mãe
Fugindo para o Egipto
Muito sofriam também
Ao saberem da tragédia
Que os anjos lhes contavam
Da morte desses meninos
De tantas mães que choravam.


O Menino era Deus
Nascido para morrer
Às mãos desses vis soldados
Que d’Ele iam escarnecer.
Mataram esses meninos
E depois também mataram
Aquele mesmo Menino
Que entre todos procuravam.


Mataram Jesus na Cruz
No meio de dois ladrões
Mataram o Rei dos reis
Sem terem disso razões.
Mas Ele perdoou ao mundo
O mal que o mundo Lhe fez
Perdoa os nossos pecados
E a nossa malvadez.


Foi Deus que veio ao mundo
Para esse mundo salvar
Sabendo que a cada homem
Muito tinha a perdoar;
Mas morreu por todos eles
Por todos nós padeceu
Por todos crucificado
E depois voltou pro Céu.

(Felipa Monteverde)


(Algumas imagens foram recolhidas pela Net)