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Poeta por inspiração e imposição da alma... Uma pessoa simples, que vive a vida como se fosse a letra de uma canção, o enredo de um filme, a preparação para uma vida superior, à espera da eternidade e do encontro com o Criador.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A verdade

A verdade é tão relativa como os sonhos
Cada verdade é só de uma pessoa
Eu tenho a minha, tu tens a tua, ele tem a dele
E ao fim há tantas verdades que nenhuma é verdadeira
E todas são verdade
Mas nenhuma é a Verdade…

Para Cristo a verdade era Ele
Para os cristãos a verdade é Cristo
Mas ninguém entenderá nunca a verdade que Ele tem
A verdade que é Ele
Porque o rosto que a verdade d’Ele mostra incomoda muita gente
E ninguém se quer chatear com a verdade dos outros
Nem sequer com a verdade verdadeira
A qual ninguém entenderá nunca…

Eu não sei qual a verdade mais certa
Aquela que será indubitável
A verdadeira para toda a gente
(é que não sou santa nem filósofa)
Mas a verdade que entendo basta-me
A verdade que conheço chega-me
E peço ao dono da verdade
Ao rosto da verdade que é Cristo
Que eu não me deixe enganar ou iludir
Por tantas falsas verdades que por aí abundam…

(Felipa Monteverde)

2 comentários:

Ailime disse...

Amiga Felipa,
Já é um pouco tarde, mas não pude deixar de visitar o seu Cantinho.
Estou de acordo com o que afirma e muitas vezes me assalta a vontade de deixar a Blogosfera.
Apenas Cristo me "empurra" e sussurra-me para continuar a amá-Lo.
Beijinhos, Felipa.
Santo Domingo.
Ailime

Felipa Monteverde disse...

amiga Ailime, quando escrevi este poema eu ainda não tinha entrado neste mundo virtual em que me viciei, simplesmente as palavras surgiram e eu escrevi-as, como acontece com quase tudo o que escrevo, são as palavras que me chamam e não o contrário.
Peço-lhe que não deixe a blogsfera, o próprio Papa Bento XVI pediu à Igreja que evangelize neste virtual mundo em que cada vez maior número de pessoas vivem.
Beijinhos, bom domingo